Arquivo de janeiro, 2010

.quem não chora não mama.

Publicado: 14 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.quando a vida estiver complicando as coisas. quando só aparecer buraco na estrada. quando o povo começar a botar boneco.  CHORA. reclama. dramatiza. exagera. funciona. posso garantir. quem não chora não mama é uma verdade, afinal. depois de feita a comédia as coisas começam a dar certo. a gente pára de planejar e o negócio funciona. a gente finge desistir e entregar os pontos e as coisas acontecem. é assim. a vida gosta de tirar uma com a nossa cara. sabe que eu até acho bom. fazer drama às vezes alivia, apesar de não ser do meu feitio. mas como todo mundo tem um pouco de doido e médico, por que não também artista? eu sou quase que constantemente. é muito divertido, cômodo e eficiente.

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Publicado: 13 de janeiro de 2010 em Uncategorized

 

.recuso-me a escrever.

.detalhes.

Publicado: 12 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.não. não tem nada a ver com a música do roberto carlos. é que encontrar amigas descompromissadamente no shopping pode te render, além de ótimas conversas (por horas proibidas para menores), alguns pensamentos, lembranças e coisas do gênero.

.foi aí que começei a lembrar de como simples detalhes podem mudar a nossa vida. no caso de se apaixonar por alguém ou despertar esse sentimento em uma pessoa, vale de tudo. eu mesma já passei por isso algumas vezes e é, justamente por isso, que esse pensamento me veio a cabeça.

.sabe quando seu celular toca e o toque é aquela música brega que você ama, mas tinha vergonha de que as pessoas soubessem? é. isso pode fazer alguém prestar atenção em você. pode fazer dar aquele estalo rumo a um novo olhar. estranho, mas é verdade. isso pode acontecer também com alguma besteira que você fale, agum filme que goste, livro que tenha lido, o jeito de você comer, de se vestir. até mesmo um desabafo, uma mostra de fragilidade ou também de bom humor pode transformar o que se sente.

.nunca se sabe quando essas coisas acontecem. pode ser em qualquer lugar e a qualquer hora. ah, e não adianta fugir, por que você vai continuar com aquilo na cabeça até tomar uma atitude, quase sempre impensada.

.porém, o contrário também acontece. o “encanto” pode se quebrar pelos mesmos motivos e aí adeus cinderella. virou abóbora. o príncipe? virou sapo e não há mais nada a fazer do que seguir sua vida e esquecer a (o) falecida(o). mas no fim, nunca há do que se arrepender, por que, por mais “traumatizante” que possam ser as pessoas, elas sempre te ensinam algo e deixam um pedaço aproveitável delas na sua vida.

.parafusos a mais.

Publicado: 11 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.eu e esse meu humor negro. por isso sempre dizem que eu perco o amigo, mas não perco a piada. ainda bem que, ultimamente eu sou o alvo de minhas próprias piadas, e, mesmo que eu ficasse com raiva de mim mesma…sou obrigada a essa convivência. não poderíamos nos separar, afinal.

.hoje, eu ia dizer que não estou para humores negros e coisas afins, mas não consigo resistir. já perdi a moral comigo mesma só pelo primeiro parágrafo. então deixa como está. também não sou a favor da auto-repressão, já que a repressão alheia já é uma constante.

.hoje é um dia de sobrevivência. aqueles que lhe rendem uma cara derrota, sorrisos amarelos (quando aparecem), roupas maltrapilhas e vontade de não fazer nada. as pessoas me deixam cansada. penso em fazer algo, ensaio uma empolgação, mas esta logo desaparece e prefiro meu estado vegetativo, no qual só a mente trabalha a plenos vapores. o resto, está literalmente resto. preciso rever meus conceitos de “curtir a vida adoidado”.

.chego, enfim, a conclusão de que eu precisaria de algo que fizesse eu me libertar e chamasse a loucura, de volta pra perto de mim. se me chamam de louca, que eu faça por onde ser denominada como tal. deu uma vontade de bater em alguém, assim…só por maldade. aí pensei que haveriam muitos danos. então, quebrar algo poderia aliviar minha tensão vespertina. não…isso é muito “sem emoção”. sair por aí e não voltar nunca mais? é..dou-me conta, então, que eu não sou tão perigosa quanto pensava. acho que não faltam parafusos. acho que o problema são parafusos demais.

.enfim, não há nada a fazer senão ir procurar por alguma dose de cafeína. sim…a cafeína. é. um estimulante não seria nada mal. na verdade o café cura qualquer moléstia. NECESSITO de um café. decente. eu quero um vienense…mas enquanto esse não vem…me divirto com um genérico frapuccino. ahhhhhhhh!!! preciso de uma transfusão cefeínea.

.ps.: como diria adélia prado “estou no começo do meu desespero e só vejo dois caminhos: ou viro doida ou santa”. prefiro o número 1.

.ps2.: está ficando tarde…demasiado tarde…tarde demais para voltar…e odeio confessar que isso me assusta.

kkkkkkkkkkkkkkkkk….isso ficou parecendo que eu vou me suicidar! (eu e esse meu humor negro²)

.dissimulados.

Publicado: 10 de janeiro de 2010 em Uncategorized

. todo mundo tem algo a esconder. os segredos inconfessáveis que guardamos à 300 chaves. aqueles que a gente não conta nem pro analista. e não é mentira, por que aposto que você tem pelo menos uns 3 aí.

.você começou agora a imaginar se te vissem fazendo aquilo né? imagine se pudessem ler seus pensamentos. hum. você estaria em uma situação um tanto quanto “complicada”. os pensamentos, esses são os piores. e você imagina uma aquariana como eu, pensadora de banheiro que odeia a célebre pergunta: “o que você está pensando?”. ah, vá para o raio que o parta. o pensamento é meu e se eu quisesse que os outros soubessem, eu estaria falando e não pensando!

.depois desse momento de chilique virtual, volto à minha “normalidade” ou falta dela. por que a gente finge tão bem! somos verdadeiros artistas da vida. às vezes eu me pego pensando (pra variar) certas coisas. olho pras pessoas na rua e fico imaginando seus segredos… uhuhu. por que de longe…quase todo mundo é normal. mas existe cada coisa nesse mundo que eu vou te contar… e nós somos um bando de dissimulados!

.10 coisas para não esquecer.

Publicado: 9 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.vamos falar de relacionamentos amorosos.(rs ). imaginem minha cara maldosa esfregando as mãos. tudo bem. quem sou eu pra falar do assunto? mas eu to aqui, sem nada pra fazer…e vamos dizer que o fracasso pode nos ensinar muitas coisas, beibe.

.se tivesse alguma fórmula as coisas seriam diferentes, mas façamos bom proveito do que temos, ora pois. como falei antes, não sou grande exemplo, mas, das coisas que aprendi, cito algumas. não com a intenção de ajudar, mas com a de me certificar que não vou esquecer.

1. fique longe de namorada (o) fantasma. esses te perseguem mesmo depois de mortos e, no fim, você não poderá com eles. então não seja besta e não desperdice seu precioso tempo.

2. figurinha repetida não completa álbum. isso mesmo. não desenterre falecidos ou falecidas. se não deu certo antes, não é agora que isso vai mudar.

3. onde se ganha o pão, não se come a carne. ou seja nunca de envolva com pessoas do trabalho, da mesma sala de aula e afins. no começo pode até dar certo, mas se você enjoar da cara do (a) indivíduo (a), ou o relacionamento terminar de forma trágica, vai ficar bem mais difícil encarar a situação.

4. nunca se envolva com os (as) mais desejados (as), pops, garotões (onas) e afins. isso dá muito trabalho e lhe renderá alguns chifres. além disso, você terá que sustentar o ego dele (a), além de ter de passar por algumas situações constrangedoras. ps.: retiro a palavra nunca. se envolver com esse tipo de gente pode ser até uma aventura legal. mas só quando é aventura. todos devem passar por essa experiência. uma coisa é fato. isso aumenta a sua auto-estima. (rs).

5. nunca caia na história da (do) ex. se ele (ela) deu em cima de você e tinha namorada (o), mas chegou no outro dia dizendo que tinha dado um “tempo” ou terminado…pare! é hora de dar tchau. a não ser que você não seja ciumento (a), goste de ser feito de besta, ou tope um relacionamento aberto ou a três.

6. não deixe de fazer o que tinha planejado, não mude a sua rotina por ele (a), a não ser que valha muito a pena. por que ele (a) não mudará a dele (a) por você. também não mude suas roupas, seu cabelo, sua aparência. se ele (a) gostou de você que seja do jeito que você sempre foi.

7. não deixe que seu relacionamento fique só no msn. se você tem problemas com telefone, como eu, apareça. fale na cara.

8. não seja chato (a), obcessivo (a) e ciumento (a). ninguém gosta disso. também não seja frio (a) demais. ninguém gosta de ser deixado de lado.(odeio).

9. tenha criatividade. se voce for cantar alguém, esqueça os olhos. essa não cola mais. deixe de lado a aparência. falar do jeito de ser pode ser bem mais interessante. também arranje uns programas mais interessantes. cinema, sorvete e balada? ¬¬. onde então? usa a imaginação ora bolas. quer tudo nas mãos? eu não sou conselheira amorosa de ninguém. chama pra ver o por do sol, as estrelas, comer aquele pedaço de bolo da sua avó, pular de asadelta, pra uma sessão espírita, sei lá.  tenta. vai que cola.

10. não seja besta. seja mau (má) na medida certa. bonzinho (a) às vezes. sempre gentil, mas não meloso (a). seja decido (a) e mostre atitude, inteligência, bom-humor (sem palhaçada, porque gente mongol é uór)  e  personalidade. Sim personalidade e ATITUDE é fundamental.

.pronto. agora bota em prática que eu quero ver! se alguém conseguir me avisa. vou ser seu fã.

ps.: as 5 primeiras dicas são de sobrevivência. as demais são de persistência.

ps2.: se nada disso der certo, fica só, ora. antes só que mal acompanhado (a).

.pessoas.

Publicado: 8 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.do mesmo jeito  que tem gente que torna os nossos dias mais alegres e consegue arrancar-nos nem que seja um sorriso amarelo nos dias de tristeza fazendo nascer uma rozinha de hiroshima nas pedras da solidão, há aquelas que fazem questão de te tirar do sério e acabar com qualquer dia feliz. sei que é uma assunto um pouco “denso” e até forte para se tratar assim, tête à tête, mas fazer o quê? encaremos os fatos e a vida como ela é.

.uma manhã feliz pode se transformar em uma tarde cinza. e não falo da chuva. falo da atmosfera emocional do babado. você, uma pessoa aparentemente equilibrada, calma e serena pode, ao ser submetida a uma situação de estresse (irritante, diria), despertar um eu interior que poucos conhecem. é. a ira pode se apoderar de você e te transformar num bicho estranho. isso me fez pensar em uma coisa, que eu possa até vir a me arrepender, mas que, no calor do dado momento, me invadiu a cabeça. pensei que o mundo seria muito melhor se as pessoas nascessem órfãs. você deve estar se perguntando se eu estou louca, mas posso dizer que, apesar de parecer paradoxal, isso faz muito sentido. pensa bem. se a gente não tivesse família poderíamos ser quem quiséssemos e do jeito que quiséssemos desde pequeno. não seríamos influenciados pelo “lar” em que nascemos. poderíamos, com o tempo, escolher com quem deveríamos nos relacionar, não haveriam as amarras sociais, as pessoas não teriam seu eu tão reprimido e isso acabaria, pode ter certeza, com várias horas inúteis de psicanálise. por que família a gente nem pode escolher. não gostou? paciência! esta, como sempre, me falta.

.esse pensamento me leva a um outro. menos cômico e mais triste, diria. pensei que eu, que (felizmente ou infelizmente) não tenho como maior sonho casar com um homem rico, ter uma mansão e filhos perfeitos terei um caminho bem mais árduo a percorrer. quem mandou não ser uma moçinha romântica e cheia de sonhos de princesa? faz tempo que a cinderella deixou de ser meu filme preferido. se meu sonho é  fazer o que gosto, ter a mala sempre pronta pra viajar, construir minha própria vida, e, óbvio ter uma família, tenho que correr atrás. só que eu sou meio bicho do mato. olhei uns retratos do médico no consultório e pensei se um dia conseguiria construir uma família dessas, de foto de consultório médico. tudo que envolve pessoas sempre foi muito complicado pra mim. mais fácil quando tudo só depende da minha pessoa. uma família é um grande feito. mas eu quero ser uma mulher de verdade, com um marido de verdade, filhos de verdade. não quero fotos. se não for assim. prefiro uma vida nômade, ocupada por lembranças de lugares. porém, essa vida seria superficial. querendo ou não, apesar de serem complicadas, precisamos das pessoas. e, no fundo, mesmo com essa minha falsa auto-suficiência, eu sempre tive muito medo da solidão.

.entre crianças e cachorros.

Publicado: 7 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.eu tenho cada idéia non sense que eu vou te contar! é engraçado como qualquer coisa pode me levar aos mais diversos e estranhos pensamentos. comprar um cachorro há quase três meses me fez pensar em filhos. não que eu esteja pensando em tê-los. longe de mim. até que eu penso em ser mãe…mas em um futuro très, très distante. e é justamente esse o mote da minha auto-conversa. imaginei-me a cuidar de uma criança. pensei então que seria uma maldade. eu que nem mesmo tenho juízo pra cuidar de mim mesma, cuidando de um cachorro já uma missão impossível, imagina de un enfant. c’est imposible ça!

.o pior de tudo é que eu escolhi o nome da pequena “desgraça” e caiu como uma luva. o cãozinho pensa que é mesmo uma majestade. se ele pelo menos cantasse que nem o elvis eu até perdoava ele me acordar de madrugada. relevava na boa não encontrar meus chinelos pela manhã em lugar algum da casa. o elvis não tá nem aí e vai dormir a sua sesta real. nem confiança. e eu que limpe suas necessidades de majestade. bem feito. eu que arque com as consequencias. por isso, pensai-vos bem antes de criar qualquer coisa, quanto mais um menino. tudo bem que a parte boa prevalece, senão as pessoas e animais seriam todos assassinados antes de chegar à puberdade. adoro quando ele está bonzinho e me obedece e lambe o meu nariz, mas haja paciência. e olha que eu já nasci desprovida.

.tão séria.

Publicado: 6 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.as pessoas se aproveitam de mim. eu sei. deve ter escrito na minha cara. eu sou uma pessoa tão séria! (huahuahuahauhauahau). tá bom. parei.

.negócio é o seguinte: eu mesma não me entendo. uma vez, eu e um amigo brigamos. brigamos não, que eu não bati nele. nós rompemos. parei de falar com ele e a gente se evitava. o motivo, não interessa agora. depois de quase seis meses, eu, que não sou uma pessoa rancorosa, reconheci minha parcela de culpa e tomei a iniciativa de falar com o indivíduo. deu certo. voltamos a nos falar. mas não segurei o meu eu quando ele disse: “podemos ser amigos de novo?”. eu: “claro”. ele: “como antes?”. eu: “óbvio que não”. aí ele fez aquela cara de susto (atóron!) e eu completei:  “se for como antes vamos cometer os mesmos erros e não vai ter sentido”. ai tivemos uma crise de riso e ele falou: “aiai, igual a ti só tem uma. se não tivessem te inventado, o mundo seria muito menos cômico!”. ora…mas o que eu disse demais? eu só falei a verdade! o povo que tem mania de ser cheio de dedos com tudo.

.mas quem vê até pensa. digamos que tem pelo menos umas três de mim aqui dentro. a primeira vista, sempre pareço uma pessoa muito séria e até antipática (o que não é de todo mentira). às vezes eu acho que o povo fica até com medo de mim. aí…com o tempo, a partir do momento em que se vai ganhando a intimidade…(por que como diria uma amiga…dê dinheiro, mas não dê intimidade), ai eu me solto, beibe. e geralmente o que se diz é: “menina…não te conheci assim não”. aí as conversas rendem boas risadas, assuntos pecaminosos (no bom sentido), e, é claro, boas amizades, apesar de eu ser uma pessoa difícil de estreitar laços muito rapidamente, ganhar confiança. por que, olhando assim, ninguém percebe, mas eu sou uma moça muito tímida e desconfiada. e não ria, por que é sério. de vez em quando eu fico vermelha e isso é muito constrangedor. as vezes eu tenho até medo de mim. esse ser tão paradoxal. acho que nem mesmo eu me conheço direito.  e como eu disse antes, melhor nem conhecer. cairia na rotina comigo mesma. seria entediante e eu pediria o divórcio sem nem pestanejar.

.crazy life.

Publicado: 5 de janeiro de 2010 em Uncategorized

.nem acredito que sobrevivi às festas de fim de ano. não que eu não goste. eu até admiro as pessoas que vêem o espírito dessas datas como se fossem renascer e ser pessoas melhores. mas…sei lá. acho que natal e ano novo não são datas muito favoráveis pra mim. despeitada! (rs). enfim. estou aqui viva, graças ao couro duro que deus me deu.

.deixando as lentilhas e romãs de lado, o primeiro dia do ano foi bom. meu começo de ano está sendo ótimo. como uma mera mortal eu também fiz novos planos, afinal também sou gente  do tipo que não é melhor que ninguém. estou numa fase mais receptiva, ou seja, recebendo bem o que vem pras minhas mãos. aquela história mesmo de fazer limonada com os limões. enfim…sobrevivendo neh…e como sempre..tirando onda da vida. eu sempre digo…não vou dar o gostinho da vitória pra vida. só de mal, vo arrasar, beibe. (rs). por que…(preparem-se para mais uma máxima de moi)..errar uma vez é humano, errar duas é burrice, ah, meu querido…o na terceira vez…é não ter vergonha na cara. e viva a crazy life. teima e se jogaaa!

.ps.: eu sou uma pessoa feliz